O processo de impeachment do presidente do Corinthians, Osmar Stabile, deu mais um passo dentro da estrutura administrativa do clube. A solicitação, apresentada por um grupo de associados e conselheiros, questiona supostas irregularidades na condução da gestão e aponta possíveis descumprimentos de normas estatutárias e de governança.

Foto: Foto: Rodrigo Coca/ AG Corinthians
O caso já foi encaminhado para análise dos órgãos competentes do Parque São Jorge. Após receber o parecer inicial da Comissão de Ética e Disciplina, o presidente em exercício do Conselho Deliberativo, Leonardo Pantaleão, determinou a abertura de prazo de 10 dias úteis para que Stabile apresente sua defesa.
Conforme estabelecem as regras internas do clube, após o recebimento das manifestações do dirigente, a Comissão de Ética deverá elaborar um parecer conclusivo. O documento será encaminhado ao Conselho Deliberativo, responsável por decidir se o processo seguirá adiante.
Caso haja aprovação dos conselheiros, a etapa seguinte prevê a realização de uma Assembleia Geral, na qual os associados terão a palavra final sobre a permanência ou não do presidente no cargo. O mandato de Osmar Stabile está previsto para terminar em dezembro de 2026.
O pedido de impeachment foi protocolado em abril deste ano e reúne alegações de possíveis infrações ao Estatuto do Corinthians, à Lei Geral do Esporte e a princípios de governança administrativa. Os autores da solicitação também contestam decisões e atos praticados pela atual gestão, que agora terão sua legalidade e adequação analisadas pelas instâncias internas do clube.
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