O futuro de Corinthians com o atacante Memphis Depay ganhou um novo capítulo nos bastidores. O clube enfrenta dificuldades para avançar na renovação contratual do camisa 10 após um impasse envolvendo a participação da patrocinadora máster na operação financeira do novo vínculo.

Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians
A diretoria alvinegra trabalha para encontrar parceiros que ajudem a custear os vencimentos do jogador, considerado um dos salários mais altos do elenco. Entretanto, a empresa responsável pelo patrocínio principal do clube não deve assumir parte dos pagamentos do atacante neste momento, cenário que dificulta as negociações.
Quando chegou ao Parque São Jorge, em setembro de 2024, Memphis contou com apoio financeiro externo para viabilizar o acordo. O contrato atual prevê salários, direitos de imagem, luvas e bonificações por metas esportivas, como participações em partidas, gols, assistências e títulos conquistados. Os custos totais giram em torno de R$ 3 milhões por mês.
Apesar de anteriormente existir sinalização positiva para auxiliar novamente na permanência do atleta, ainda não houve definição sobre um novo modelo de parceria. Neste ano, após a renovação do contrato de patrocínio com o Corinthians, os valores deixaram de ser destinados exclusivamente ao pagamento do holandês.
Internamente, o clube mantém a posição de que uma extensão contratual só será possível caso novos investidores ou parceiros comerciais entrem na negociação para dividir os custos do acordo. A possibilidade discutida nos bastidores é de renovação por mais duas temporadas.
Mesmo diante do cenário financeiro delicado, Memphis demonstrou interesse em permanecer no futebol brasileiro. Segundo dirigentes do Corinthians, o atacante aceitou discutir uma redução salarial para facilitar um novo acerto. O jogador também já teria manifestado o desejo de resolver a situação antes da disputa da próxima Copa do Mundo.
Outro ponto que pesa na negociação é uma dívida estimada em cerca de R$ 40 milhões que o clube possui com o atleta, relacionada a bônus e premiações previstas em contrato. A reestruturação desses valores também faz parte das conversas entre as partes.
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